segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

reflita


poema rosa triste



 
Tony Camilo

ROSA TRISTE

Sou eu uma rosa triste
Que o beija-flor não beijou
Sou eu um poema escrito
Sobre a areia da praia
Que as ondas sem pedir licença apagou
Sou a dor dos que sofrem desvalidos
Sou um poema esquecido
Dentro dos meus próprios versos

Mas ainda trago comigo
A solidão do cardo
Se o meu espírito geme,
Geme porque tem enfado

Mas no meio de tudo
Ainda busco a razão do que sou
Sou o amor em busca do amor

festa de São Sebastião em Japi

sábado, 5 de janeiro de 2013

NOSSO RIO GRANDE DO NORTE : MÁRTIRES DE CUNHAÚ

A Destruição na Capela de Cunhaú

Segundo Câmara Cascudo, "o engenho Cunhaú foi construído na sesmaria dada por Jerônimo de Albuquerque em 2 de maio de 1604 aos seus filhos Antônio e Matias. Constava de 500 quadradas na várzea de Cunhaú e mais duas léguas em Canguaretama".

No início do século, o engenho exportava açúcar para Recife. Possuía um fortim, sob o comando do capitão Álvaro Fragoso de Albuquerque. Foi construído por marinheiros de Dunquerque.

Esse fortim foi atacado, vencido e destruído pelo coronel Artichofski, em outubro de 1634.

A Companhia confiscou o engenho de Antônio Albuquerque Maranhão.

Depois, o engenho passou por várias mãos.

No dia 15 de julho de 1645, sábado, Jacob Rabbi apareceu em companhia dos janduís, liderados por Jererera, no engenho de Cunhaú. A simples presença dos tapuias e de potiguares causou pânico na população.

Jacob Rabbi trazia instruções de Paul Linge. Publicou um documento, convidando a população para, no domingo, comparecer à capela para participar de uma reunião, quando seriam transmitidas determinações do Conselho Supremo.

A capelinha tinha como padroeira Nossa Senhora das Candeias.

A maioria do povo atendeu ao convite, lotando o templo. Tiveram, entretanto, que deixar suas armas do lado de fora.

O padre André de Soveral, paulista de São Vicente, missionário e tupinólogo, começou a celebrar a missa, considerando que a reunião seria realizada após o ato religioso. Possuía entre 70 e 90 anos. Era muito querido pelos seus paroquianos.

Os nativos se aproximaram da capela. Fecharam as portas. Os fiéis compreenderam o que iria acontecer. Tarde demais. Quando o padre André Soveral elevou a hóstia, era o sinal combinado, começou o massacre. As vítimas mal tiveram tempo de pedir perdão de seus pecados. Gritos, súplicas, gemidos.

Alguns tapuias procuraram atingir o sacerdote, André Soveral, então, disse:

- "Aquele que tocar no padre ou nas imagens do altar terá os braços e as pernas paralisados!"

Os tapuias recuaram, porém Jererera acertou um golpe violento no sacerdote, que caiu. Ainda conseguiu se erguer, mas por pouco tempo, tombando sem vida. Morreram, ao todo sessenta e nove pessoas.

A notícia se espalhou, provocando revolta. Iniciando, pouco depois, a fase das represálias. Em outubro de 1645, apareceu o capitão João Barbosa Pinto, matando holandês, com fúria selvagem. Em janeiro de 1646, Felipe Camarão e o capitão Paulo da Cunha só não fizeram o mesmo porque não encontraram inimigo para matar.

Após a expulsão dos holandeses, em 1645, a capela foi reconstruída pela família Albuquerque Maranhão, conforme registrou Fernando Távora.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

CARNAVAL DOS CARNAVAIS 2013


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Carnaval dos Carnavais 2013

FESTA DO PADROEIRO SÃO SEBASTIÃO EM SITIO NOVO

vaquejada

Dupla Campeã Categoria Amador B Campeonato Assovarn 2012

  Após varias rodadas, o cavaleiro FILLIPPE LIMA E ADELMO natural de Santa Cruz - RN , consagrou-se o campeão 2012 de Vaquejada categoria Amador B. Campeonato Assovarn, chegando a ganhar uma moto 0km no seu CAVALO LOURINHO STILL.
na vida de gado eu cresci
nessa vida mim criei
eu era muito pequeno
mas uma coisa eu sei
uma vida melhor que essa
ate hoje nao encontrei

e o tempo foi passando 
numa fazenda fui morar
cavalo e vida de gado 
ali era meu lugar
cavalo pra corre boi
e gado pra campear

achava que era pra sempre 
nunca ia se acabar
mas meu pai disse 
meu filho aqui nao
é o seu lugar
vc vai pra capital para
poder estudar

eu quero lhe da estudo
um dia vc vai ver 
essa vida de vaqueiro
nao da certo pra vc 
sei que gosta da fazenda
mas vai mim agradecer

trabalhei a vida toda 
de estudo nao quiz saber
passei sono passei sede
so para cria vc 
vc vai pra capital
quero ver vc vencer

vou morre numa fazenda
trabalhando de enpregado
nao quero isso pra vc
meu filhinho adorado
se um dia vc se forma 
eu vou ser privilegiado

da fazenda eu sai
muitas lagrimas derramei
quatro anos ja se passou
e eu nao mim acostumei
mas o sonho do meu pai
hoje eu o realizei

a todos filhos eu pesso
obedeça a seus pais
se a vida dele é boa
a sua ele quer que seja mas
se a dele é corrida a sua ele
quer que tenha paz

as musicas de vaquejada
mim ajudou muito eu sei
muitas vezes escutando 
no tenpo eu voutei
poso ta na capital mas de ser
vaqueiro eu nao deixei